QUEM SERIAM OS VOSSOS AMIGOS AMANHÃ?

amizade de redes sociais
Eu adoro redes sociais, principalmente Instagram e Twitter. Adoro. Uso-as para muita coisa. Já devo ter perdido muitas horas graças a elas, mas não há problema. No entanto, às vezes, preferia que não existissem. Ou, pelo menos, que os meus amigos não soubessem que existem.

Lembram-se de quando telefonávamos ou enviávamos uma mensagem aos nossos amigos para os informar de algo que tinha acontecido na nossa vida ou para sabermos o que se passava na vida deles? Sinto que há pessoas que estão a perder isso. Não troco mensagens com alguém que não seja a minha mãe há... meses? As únicas pessoas com quem falo por chamada são a minha mãe e o meu tio. Bem, no caso das chamadas até agradeço porque não sou a maior fã. E as grandes novidades dos meus amigos (e dos que eu achava que eram meus amigos) soube-as por publicações de redes sociais.

Há vários níveis de amizade, claro. Se não são propriamente amigos próximos talvez não importe a forma como eles sabem as coisas que acontecem na nossa vida. Mas, se é suposto serem amigos próximos (aqueles de que estou a falar, já agora), eu ainda acho que há notícias que não se contam por publicações em redes sociais. Para mim, dizer numa rede social que se vai casar, por exemplo, é quase indiferente. Se o dizem e conheço as pessoas até fico feliz e tal, mas suponho que, quando o fazem, já informaram a família e os amigos mais próximos e não suponho que é a forma de deixarem toda a gente saber. Mas para alguns parece que é assim que funciona. As redes sociais são a forma de dizerem que vão mudar de casa, casar, trabalhar em sítio X, viver em Y, viajar para Z. É muito bom, a sério. Até pode render gostos. Mas e a amizade?

Parece algo vulgar, mas quando foi a última vez que enviaram uma mensagem aos vossos amigos a perguntar como estão? Eu acuso-me já: não faço ideia. Sou péssima nisso. E infelizmente acho que os meus amigos são iguais.



5 SÉRIES FAMILIARES PARA O FIM-DE-SEMANA

5 séries familiares
Já conhecem a minha faceta de maratonista de séries? Se não conhecem, talvez esteja na altura de isso acontecer. Algumas das minhas séries preferidas são dramas familiares. Acho que tenho um certo gosto em ver famílias não convencionais. Por gostar tanto de dramas familiares, juntei cinco das minhas séries familiares preferidas, umas mais recentes do que outras, mas todas maravilhosas.


SUMMER PLAYLIST

summer playlist
É inevitável. No calendário, o Verão está perto de se despedir. À semelhança do que tem acontecido noutros anos, achei que estava na hora de vos falar um bocadinho do meu Verão. Como sabem, bem no final de Junho, realizei o meu sonho de criança e fui ao concerto da Shakira. Depois, no início de Julho, fiquei doente. Uma crise alérgica bem forte, que ainda se fazia sentir quando fui ver os Arctic Monkeys ao NOS Alive. Felizmente, consegui aproveitar os concertos. E, melhor ainda, fui acompanhada pelo Jota, de quem gosto muiiiiiiiiiiiiiiito. Também nesse dia tive oportunidade de conhecer a Joana, que é das minhas amizades blogosféricas mais longas. Foi um dia muito bom.

Ainda em Julho, voltei a um concerto do Miguel Araújo, que tinha visto no Alive, desta vez num cenário improvável: o castelo de Trancoso. Os concertos de Verão não se ficaram por aqui. Em Agosto, vi Richie Campbell (pela primeira vez sóbria), Rui Veloso e João Pedro Pais na Feira de São Bartolomeu, em Trancoso. Foi um Verão musical, sem dúvida. Mas também foi o Verão em que revi Sex and the City por completo, com filmes incluídos. A primeira vez que vi a série foi no 1.º ano de faculdade, por isso pareceu-me uma boa altura para rever. O melhor foi mesmo apaixonar-me pela adaptação de To All The Boys I've Loved Before. No momento em que estou a escrever isto posso dizer-vos que já vi o filme cinco vezes. Demasiado amor!



VÍDEO: RESPONDI ÀS PERGUNTAS QUE ME FIZERAM NO INSTAGRAM!

perguntas do Instagram
Inicialmente, quando me lembrei de pedir que me fizessem perguntas nas Stories do Instagram (@asofiaworld), o objectivo era só um: procrastinar. Mas depois lembrei-me de que o que era mesmo giro era responder às perguntas em vídeo! E foi o que aconteceu! Fartei-me de falar e até acabei por cortar algumas perguntas por serem temas sobre os quais não acho interessante falar ou por se inserirem em algumas ideias que quero desenvolver em breve. No final, são 13 minutos e 13 segundos de vídeo, com um ataque de riso, uma branca a meio de uma resposta e até uma interrupção estranha.

Quero aproveitar para agradecer a quem já subscreveu o canal e a quem tem visto os vídeos. Sei que ainda estou longe de fazer algo profissional e tal, mas o esforço está cá e espero que compense.



É DIFÍCIL CONCILIAR VÁRIOS GÉNEROS DE ESCRITA?

conciliar escrita
Irrita-me muito quando parece que, a nível de escrita, ou tenho uma coisa ou tenho outra. Como se fosse impossível ter as duas ao mesmo tempo. Porque parece que ter ideias e escrever para o blog é incompatível com ter ideias e escrever para projectos literários. Não acho justo, sinceramente. De certa forma, é como se não conseguisse desligar um género e ligar o outro sempre que quero. And that sucks.

Tenho sentido que não se trata apenas de ter uma rotina de escrita, mas também de ter uma rotina de géneros... e não sei como a criar. Escrever num blog exige um tipo de escrita e de trabalho diferente, normalmente tendo sempre em conta umas quantas dicas imprescindíveis de SEO, com temas que não costumam exigir tanto como escrever literatura. Um projecto literário prolonga-se por vários dias, semanas, meses. Tem várias fases. Uma publicação num blog não funciona assim. E tenho dado por mim a pensar que às vezes é demasiado difícil conciliar ambos. Se me dedico mais a um sinto que o outro vai sofrer com isso e não é justo. Fico sempre a sofrer por um deles. Deve ser assim que os pais com mais de um filho se sentem, não é? Talvez não.

Ainda estou a tentar equilibrar os vários tipos de escrita de que gosto e, sinceramente, não tenho dicas a partilhar. Não, hoje não sou eu a partilhar dicas. Hoje é a vossa vez: como é que se organizam para escrever vários géneros literários? Também sentem que é difícil conciliar géneros diferentes e ter ideias para todos ao mesmo tempo?