LISBOA: PANTEÃO NACIONAL

Panteão Nacional - Lisboa
Há sítios onde, sinceramente, não pagaria para entrar, embora quisesse entrar. O Panteão Nacional é um desses sítios. Queríamos muito ir lá, até já tínhamos estado à porta há uns dois anos e tal, mas não achámos que valesse a pena gastar dinheiro para ver uma série de túmulos e cenotáfios e subir ao terraço. Estávamos um bocadinho falidos, na verdade. Foi isso que nos fez adiar a visita durante tanto tempo. Como o Panteão é um dos monumentos cuja entrada é gratuita ao domingo, até às 14h, combinámos, num domingo soalheiro de Novembro (anda difícil actualizar isto dos locais!), visitar o Panteão e um outro lugar ali perto, do qual hei-de falar eventualmente, lá para 2030.
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
O Panteão Nacional é, na verdade, um estatuto dado à Igreja de Santa Engrácia. A igreja foi mandada construir em 1568 pela infanta D. Maria. No entanto, em 1681 houve um temporal que destruiu grande parte do local. No ano seguinte começaram a reconstrução, mas as obras eram um bocadinho como muitas das obras que há hoje em dia: prolongavam-se muito no tempo e a igreja só ficou pronta em 1966. Sim, leram bem: 1966! Foram necessários 284 anos para que a reconstrução da igreja fosse concluída! Por isso mantenham a esperança na Sagrada Família e em todas as obras que parece que nunca mais acabam. Uma outra curiosidade é que, por causa do tempo que demorou, surgiu a expressão lisboeta obras de Santa Engrácia, que significa algo que demora muito tempo.
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
Ainda antes de estar concluída, a Igreja de Santa Engrácia ganhou o estatuto de Monumento Nacional em 1911 e passou a ser Panteão Nacional em 1916. O Panteão tem túmulos e cenotáfios. Os cenotáfios não têm restos mortais, apenas são uma representação, feitos em memória de alguém que está sepultado noutro lugar. Alguns estão em galerias à parte, mas todos têm uma pequena biografia das pessoas que lá estão. Depois, há acesso ao terraço por escadas. Nos andares superiores há uma pequena exposição sobre o Panteão e depois o famigerado terraço.
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
Panteão Nacional - Lisboa
Para mim, a melhor parte do Panteão é mesmo o terraço, que é um dos miradouros mais bonitos da cidade. A vista para o Tejo e para Alfama são maravilhosas e dá vontade de ficar lá, mesmo no chão, a aproveitar o sol. Lá dentro, não é uma visita muito recheada, uma vez que só têm mesmo túmulos e cenotáfios para ver. Vale a pena pelo terraço e, por isso, vale a pena aproveitarem os dias de entrada gratuita para irem até lá. Já foram ao Panteão?


Informações Úteis
Horário
Abril a Setembro – 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h40). 
Outubro a Março - 10h00 às 17h00 (última entrada às 16h40).


Encerrado: Segunda–feira, 1 de Janeiro, domingo de Páscoa, 1 de Maio, 13 de Junho, 24 e 25 de Dezembro.

Bilhetes
Normal - 4€
50% de desconto: estudantes, Cartão Jovem, idade igual ou superior a 65 anos.

Entrada gratuita aos domingos e feriados até às 14h00; para menores de 12 anos e no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (18 de Abril) e no Dia Internacional dos Museus (18 de Maio) 

Localização
Campo de Santa Clara


7 CURIOSIDADES SOBRE O MUNDIAL 2018

FIFA World Cup 2018
E aí, galeeeeeeraaaaaaaa? O Mundial 2018 começa amanhã! Como é que está esse espírito futebolístico? Espero que estejam entusiasmados! Eu gosto particularmente dos Campeonatos do Mundo, um bocadinho mais do que dos da Europa. Gosto de ver outras selecções, outros jogadores dos quais se calhar nunca ouvi falar. É uma experiência um bocadinho diferente.

Caso andem um bocadinho desligados da actualidade, o 21.º Campeonato do Mundo começa amanhã, dia 14, às 16h (hora portuguesa). O primeiro jogo é entre a Rússia (país anfitrião) e a Arábia Saudita. Portugal joga na sexta-feira, dia 15, às 19h (hora portuguesa), contra Espanha. Agora que somos Campeões da Europa temos um bocadinho mais de responsabilidade nisto, não é? Como tinha de trazer um bocadinho do meu entusiasmo para aqui, achei que a melhor forma de o fazer era com curiosidades, daquelas que podem até usar como quebra-gelo.



LIVRO VS. FILME: SAGA THE HUNGER GAMES

trilogia the hunger games
Só agora? Sim, só agora. Só agora posso dizer que li e vi tudo o que há para ler e ver da saga The Hunger Games, ou, em português, Os Jogos da Fome. Na verdade, eu vi o primeiro filme em 2013 e adormeci bem no início. Depois convenceram-me a ler o primeiro livro e até gostei, mas como acabei por não ler o resto na altura deixei a trilogia de parte. Pelo que tenho no IMDb, ainda vi o segundo e o terceiro filmes, mas sinceramente não me lembro nada de o ter feito. Aliás, eu estava convencida de que, no primeiro filme, tinha adormecido durante as cenas na arena, mas, ao rever, percebi que, afinal, devo ter adormecido após as cenas das entrevistas com o Caesar.

À semelhança do que fiz entre o final do ano passado e o início deste ano com a saga Harry Potter, vi cada filme após terminar o livro correspondente. No caso do terceiro livro, que está em dois filmes, também só vi os filmes depois de terminar o livro. Como quero fazer a comparação entre os livros e os filmes e ainda inserir as conclusões que tirei e que me fizeram inserir os filmes no projecto Movie 36, é possível que surjam alguns spoilers ao longo do texto por isso, se não leram ou não viram os filmes e não querem spoilers, passem para a parte final, a da reflexão.


1+3 | 13 QUALIDADES

desafio 1+3 - 13 qualidades
Assim que soube qual era o segundo tema do Desafio 1+3 comecei a anotar as minhas qualidades. Demorei um bocadinho porque sempre que apontava uma qualidade obrigava-me a pensar porque é que a considerava uma parte boa de mim. Afinal, o objectivo do desafio é pensarmos um bocadinho, não é? O que achei mais interessante foi destacar como qualidade algumas características que não são propriamente psicológicas. Algumas coincidem com algumas ou são semelhantes a algumas que já vi em algumas publicações do desafio, por isso acredito que seguimos a mesma linha de pensamento.

Talvez pareça, para alguns, estranho e altamente convencido da parte de quem aderiu ao desafio destacar qualidades. No entanto, é tão importante percebermos quem somos e de que somos feitos, no bom e no mau sentido. À medida que ia escrevendo as qualidades também dei por mim a pensar nos defeitos, principalmente quando tinha de meditar sobre se determinada característica era boa, má ou estava naquela zona cinzenta para onde vão as nossas qualidades que têm um bocadinho de defeito. No final, optei por estas treze.



7 FORMAS FÁCEIS DE AJUDAR O AMBIENTE

dicas para ajudar o ambiente
Ontem, dia 5 de Junho, celebrou-se o Dia Mundial do Ambiente. Como todos os dias são bons para lembrar o Ambiente e aquilo que podemos fazer para o ajudar, decidi fazer esta publicação, mesmo com um bocadinho de atraso. Cá em casa fazemos reciclagem há muitos anos. Ainda não havia ecopontos na aldeia e nós já separávamos tudo o que era vidro, papel e algum plástico para irmos colocar no ecoponto mais próximo. Em Lisboa também tive sempre esse cuidado. Mas a reciclagem é só uma pequena parte. Assumo que toda a gente saiba como ajudar o ambiente e, ao mesmo tempo, combater o desperdício, mas nunca é demais lembrar. Por isso, aqui vão sete formas de ajudar o meio ambiente e ser mais consciente ecologicamente.

ADEUS, PALHINHAS!
Não me lembro da última vez que, com uma bebida, usei palhinha (provavelmente foi no McDonald's), mas conheço muita gente que pede sempre. Como as palhinhas são praticamente todas feitas de plástico e são de usar e deitar fora, o desperdício de plástico e o impacto no meio ambiente é muito grande. Optem por beber sempre pelo copo e já se tornam mais amigos do ambiente. Se tiverem crianças em casa que insistem em beber tudo por uma palhinha, há algumas feitas de plástico mais resistente e que são reutilizáveis e laváveis (na verdade, todas são, mas a maior parte das vezes vão para o lixo depois de uma utilização, não é?).

OS SACOS DAS COMPRAS
Só eu sei o quanto me irritava quando, depois das aulas, passava pelo supermercado e percebia que não tinha nenhum saco comigo. Passava a vida a gastar dinheiro a comprar sacos e depois eles iam acumulando numa gaveta lá de casa. Depois utilizava-os para o lixo ou para quando me lembrava de os colocar na mala para ir às compras depois das aulas. No carro, no entanto, temos sempre sacos daqueles maiores, reutilizáveis, para quando vamos às compras, e raramente compramos sacos normais. Optar por levar estes sacos maiores (custam cerca de 50 cêntimos e aguentam anos e anos e anos) ou sacos de pano ou papel é bom para a nossa carteira e para o ambiente. Não é uma combinação fantástica? Aaaaah, e se, por acaso, forem como eu e se esquecerem de sacos em casa... por favor, não comprem um para cada coisa que compram!

AS GARRAFAS DE ÁGUA
Nos primórdios deste blog, falei-vos de uma garrafa muito útilque se tornou a minha melhor amiga. Há cada vez mais garrafas do género, de vários preços, tamanhos e materiais. Eu continuo a usar a Bobble e continuo fã. Em vez de estarmos sempre a comprar garrafas de água, com este tipo de garrafas podem facilmente comprar um garrafão e ir enchendo, ou mesmo usar água da torneira (se a garrafa tiver filtro). Em casa também podem optar por comprar uma garrafa de vidro e ir enchendo ou guardar uma garrafa de plástico para esse efeito. Parece pouco, mas em mais de dois anos e meio, saí muitas vezes de casa com a Bobble e nem imagino quantas garrafas de água poupei por fazer isso!