3 VÍDEOS QUE MELHORARAM A MINHA SEMANA

3 vídeos que melhoraram a semana
Ao contrário de muitas pessoas para quem o Youtube faz parte da rotina de todos os dias, eu e o Youtube temos uma relação muito liberal: ora vou lá todos os dias ver os vídeos novos dos canais que sigo, ver vídeos de música, procurar vídeos temáticos e tutoriais, ver vídeos do Gato Fedorento, ora passo dias sem lá ir. Agora estou numa fase de ir lá todos os dias e, por isso, decidi que ia partilhar três vídeos completamente diferentes que tornaram a minha semana melhor (apesar de alguns virem da semana passada).



COMO CRIAR UMA ROTINA DE ESCRITA

7 dicas para criar uma rotina de escrita
Eis as três maiores discussões que tive no último mês: 1) foi/não foi penalty; 2) soalheiro vs. solarengo; 3) é impossível ter tempo para escrever todos os dias. A do penalty acabou a mal, porque é assunto muito sensível. A do soalheiro venci, obviamente. A do tempo para escrever abandonei, porque não me queria chatear. Mas depois decidi que talvez fosse boa ideia falar sobre ter uma rotina de escrita. E voilá!

Antes de começarem a querer escrever mais regularmente, convém terem noção de como funciona o vosso dia: a que horas acordam, quantas horas trabalham/estudam por dia, a que horas regressam a casa, de quanto tempo precisam para as vossas tarefas domésticas e para cuidados diários. Não é preciso terem tudo cronometrado ao minuto, até porque não estou aqui para vos dar dicas obsessivas e difíceis de manter. Terem noção do vosso dia é útil precisamente para saberem o tempo que têm livre e, claro, para o organizarem.

ORGANIZAR O TEMPO LIVRE
Imaginem que acordam às 7h, saem de casa às 8h para ir trabalhar das 9h às 18h e chegar a casa às 19h. Supondo que planeiam refeições com antecedência e não têm de cozinhar, talvez aproveitem para fazer exercício ou para tomar banho antes de jantar. Supondo ainda que jantam e fazem uma série de tarefas domésticas até às 21h, 21h30. Se forem dormir às 23h ainda ficam com algo entre 1h a 1h30 de tempo livre. Agora é assim: se querem escrever todos os dias e esse é o vosso horário livre então vão ter de abdicar de algumas coisas como ver séries ou algo do género a essa hora.

Vamos supor que sobra mesmo uma hora por dia. Para começar talvez queiram apenas escrever 3 vezes por semana por isso têm três horas por semana para se dedicarem à escrita. Nos outros dias podem ler, ver séries, olhar para a parede, o que quiserem. O importante aqui é perceberem quanto tempo por semana têm livre e quanto desse tempo querem gastar a escrever. Se decidirem que querem escrever meia hora antes de ir dormir (meia hora por dia já é muito bom, acreditem!), então comecem a fazê-lo o mais depressa possível.


SINTRA: QUINTA DA REGALEIRA

quinta da regaleira - sintra
Há alguns lugares no mundo em que tudo parece possível. E quanto digo tudo quero mesmo dizer tudo, incluindo cruzar-nos com uma qualquer personagem de ficção. A Quinta da Regaleira, em Sintra, é um desses lugares. É, garantidamente, um lugar onde entramos e onde não estranharíamos se uma princesa da Disney passasse por nós enquanto conversava com pássaros falantes.

A primeira vez que visitei a Regaleira foi em Outubro de 2014. Na altura, mal fotografei o local e dessa ida a Sintra podem até recordar a ida ao Palácio da Pena e ao Castelo dos Mouros, mas nunca cheguei a falar sobre este local, em parte porque senti que precisava de mais tempo lá. E esse tempo chegou no final de Agosto do ano passado, numa tarde de sábado.


"NÃO TENHO NADA PARA ESCREVER"

desk situation
Isto acontece umas 63782767297038 na vida de alguém que escreve, principalmente num blog. Há sempre uma altura em que achamos que já escrevemos sobre tudo, que já não há mais nenhum tema sobre o qual podemos escrever, ignorando por completo as publicações que temos em rascunho, as ideias que apontámos algures, as centenas de temas que podemos abordar. Por que raio fazemos isto? Podia colocar aqui o emoji da menina a encolher os ombros, porque era a resposta mais simples.

Não acho que esta sensação de não tenho nada para escrever seja um bloqueio criativo. Acreditem em mim: o bloqueio criativo dá-nos muito sobre que escrever, mas tira-nos as palavras e a capacidade de organizar ideias. O não tenho nada para escrever é apenas o resultado de muito tempo a criar conteúdo. Inevitavelmente vamos começar a ver o poço de ideias esvaziar e vamos pensar que não temos mais nenhuma na qual pegar.

Sinceramente, odeio quando sinto que já falei de tudo o que havia para falar. Começo logo uma discussão comigo mesma, sobre os três mil e um posts que tenho pensados e nas duzentas desculpas diferentes para não os fazer. Se resulta esta discussão mental? Nem por isso. Na maior parte das vezes acabo a ignorar e a esperar que o meu cérebro deixe de estar em modo preguiçoso. Isso ou venho escrever-vos sobre não ter nada para escrever. Hoje ganhou a segunda opção.

A melhor dica que tenho a dar para estes dias é relaxar, fazer outras coisas, ler outros blogs ou mesmo ler o nosso blog. Há sempre temas que sugerimos abordar mais tarde e nunca abordámos ou publicações que merecem uma actualização ou uma continuação. Não é garantido que resulte logo, mas, tal como nos grande bloqueios, o segredo está em não fazer um bicho de sete cabeças de algo pequeno. Descontraiam, façam outras coisas e lembrem-se de que haverá sempre algo sobre o qual escrever. Pode é não ser hoje.

Quais são as vossas dicas para os dias em que sentimos que não temos nada para escrever?


SPOTIFY PLAYLISTS TOUR

spotify playlists tour
Há algum tempo que queria fazer esta publicação. No ano passado consegui, finalmente, organizar as minhas playlists do Spotify e eliminei algumas que não tinham grande sentido ou que eram um grande conjunto de aleatoriedade. Como recentemente andei a tratar de fazer capas mais bonitas para as playlists achei que era uma boa oportunidade para as mostrar.

Provavelmente já sabem que adoro o Spotify e que sou muito mais feliz desde que ele surgiu na minha vida. Utilizo a versão Premium há mais de dois anos e recomendo-a totalmente! Se são estudantes podem aderir à versão de estudante, que fica a metade do preço da versão normal. Eu ainda tenho mais uns meses desta versão, que renovei no final da pós-graduação, e é excelente ter esta hipótese.

Como uso muito este serviço, também crio muitas playlists. Tenho-as quase todas divididas em pastas. Uma pasta para as playlists criadas por outras pessoas e que eu sigo; uma pasta para a banda sonora do livro; uma pasta com playlists que fiz para o blog e para as playlists personalizadas que o Spotify nos faz; e, por fim, a pasta com as nove playlists de que vos vou falar hoje.